Na contramão de Bolsonaro, Banco Central pressiona por bancos mais verdes

Na contramão de Bolsonaro, Banco Central pressiona por bancos mais verdes


Germano Lüders/InfoMoney

SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) – O Banco Central está se preparando para exigir que os bancos contabilizem potenciais perdas advindas de fenômenos relacionados a mudanças climáticas, como secas, inundações e incêndios florestais, posicionando-se como líder global na regulamentação do setor financeiro com base em ESG.

A proposição de novas regras ocorre sob a liderança de Roberto Campos Neto, ex-executivo do Banco Santander Brasil. Ele foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, que governa sob uma onda de desmatamento na Floresta Amazônica e é criticado por ambientalistas.

O Banco Central, no entanto, é totalmente independente, o que reduz a influência de Bolsonaro sobre a política do banco.

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